Cajueiro e Capela unem forças no inédito "Caminho das Artes"
Uma aliança estratégica entre os municípios vizinhos promete transformar a região em um novo polo de experiências, unindo gastronomia, história e o talento de seu povo
O Vale do Paraíba
alagoano acaba de ganhar um novo fôlego turístico. Em um movimento de união
histórica, as cidades de Cajueiro e Capela anunciaram a criação de um
roteiro integrado que promete encantar visitantes e fortalecer a economia
local. Batizado de “Caminho das Artes”, o projeto não é apenas um
trajeto geográfico, mas uma imersão na identidade cultural da região.
A iniciativa nasceu da
visão de que, juntos, os municípios oferecem um "cardápio" muito mais
robusto ao turista. O prefeito de Capela, Thiago Medeiros, ressalta que
a conexão entre as duas cidades é o pilar central dessa nova fase:
"Estamos unidos pelo Caminho das Artes", afirma, destacando a
integração como o diferencial para atrair novos olhares para o Vale.
Para a prefeita de
Cajueiro, Lucila Toledo, o roteiro é uma vitrine de excelência. Segundo
ela, o projeto foi desenhado para ser completo: “É um roteiro que valoriza o
turismo, a cultura, a gastronomia e o empreendedorismo, passando por espaços
que contam a história e revelam a identidade de cada cidade.”
O Que Esperar do Caminho
das Artes?
O roteiro foi estruturado
para oferecer uma experiência multissensorial, focada em quatro pilares
principais:
- Gastronomia Regional:
Sabores autênticos que preservam as raízes alagoanas.
- Artesanato e Cultura:
Obras que carregam o DNA dos artistas locais e a tradição do Vale.
- Patrimônio Histórico:
Visitas a pontos que narram a evolução das cidades.
- Empreendedorismo Local:
Fortalecimento do comércio e dos serviços que recebem o visitante com
qualidade.
Karine Albuquerque,
primeira-dama de Capela e secretária de Cultura e Turismo, reforça o impacto social da
iniciativa: “Seguimos construindo experiências, fortalecendo parcerias e
transformando tradição em desenvolvimento”.
A parceria marca um novo
capítulo para o turismo em Alagoas, provando que a união entre gestores pode
transformar tradições seculares em motores de modernidade e crescimento.