Com mais de 100 anos de história, Cine Pilarense é reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial de AL
O audiovisual e a história alagoana têm um motivo
histórico para comemorar. A Assembleia Legislativa de Alagoas aprovou na última
terça-feira (25) o reconhecimento do Cine Pilarense como Patrimônio Cultural Imaterial do
Estado.
A conquista foi consolidada
pela Lei Nº 10.039, de autoria
da deputada estadual Fátima Canuto (MDB) e sancionada pelo
presidente do Legislativo, deputado Marcelo Victor (MDB). A medida oficializa a
relevância de um equipamento cultural centenário que atravessa gerações e molda
a identidade da população da terra do bagre.
Com mais de 100 anos de
fundação, o Cine Pilarense viveu momentos de apogeu, mas também enfrentou mais
de duas décadas de abandono e ruína. O cenário de esquecimento mudou
drasticamente em 2020, quando o espaço foi restaurado e entregue de volta à
população na gestão do então prefeito Renato Filho (MDB).
Desde a sua reabertura, o
espaço transcendeu a exibição de filmes e consolidou-se como um polo
multicultural vibrante.
Sessões de Cinema: Difusão
do audiovisual local e nacional.
Espaço Teatral: Palco para
espetáculos e manifestações artísticas.
Centro Multiuso: Sede de
eventos comunitários, educativos e culturais.
Reconhecimento e Gratidão
O diretor do equipamento
cultural, Sérgio Moraes, expressou publicamente o sentimento de dever cumprido
e celebração pelo título concedido pela Assembleia.
"Agradeço à deputada Fátima
Canuto e à Assembleia Legislativa por este justo reconhecimento. O Cine
Pilarense faz parte da vida e da memória da nossa gente. Há seis anos ele
ressurgiu das cinzas para voltar a pulsar no coração do audiovisual
alagoano."
Para a prefeita Fátima
Rezende (MDB) a titulação de Patrimônio Imaterial garante a preservação
simbólica e fortalece as políticas de incentivo para que as luzes do Cine Pilarense
continuem acesas pelas próximas gerações.
