Em AL, Solidariedade e PRD vão a Brasília na missão de reforçar federação partidária de olho em 2026
As articulações políticas no cenário alagoano ganham um novo capítulo com o avanço da formalização da federação partidária entre o Solidariedade e o PRD (Partido da Renovação Democrática), que passará a se chamar Renovação Solidária. As lideranças estaduais das duas siglas estiveram em Brasília nesta semana para consolidar a união, que visa fortalecer a atuação dos partidos e ampliar sua competitividade nas eleições de 2026.
O presidente do
Solidariedade/AL, o advogado Adeilson Bezerra, e o recém-empossado presidente
do PRD no Estado, coronel Ivon Berto, conduziram a agenda na capital federal. O
encontro marcou uma etapa decisiva no processo de integração, com foco no
alinhamento de diretrizes, regras internas e projeções estratégicas para a
fusão das estruturas partidárias.
O objetivo central da Federação
é criar um novo bloco político robusto que possa ampliar a representatividade
dos partidos, unificar suas ações e garantir maior capacidade de articulação
eleitoral em nível nacional e, por consequência, em Alagoas.
💬 União sólida e organizada
“A federação avança de
maneira sólida e organizada. Estamos trabalhando para construir um projeto
político robusto, moderno e comprometido com o desenvolvimento das regiões onde
atuamos. Essa viagem foi fundamental para alinharmos os ajustes finais dessa
nova fase”, destacou Adeilson Bezerra.
O coronel Ivon Berto, por
sua vez, destacou o benefício da integração para as bases municipais: “A
federação traz estabilidade, unidade programática e mais capacidade de
articulação. Nosso objetivo é oferecer ao eleitorado um projeto consistente,
pautado na responsabilidade e no diálogo.”
🎯 Impacto no cenário eleitoral de
2026
Com a conclusão das
tratativas em nível nacional, a oficialização da Federação Renovação Solidária
entre o Solidariedade e o PRD consolida um novo arranjo político que terá
repercussões diretas no cenário eleitoral de Alagoas em 2026.
A Federação, que obriga
os partidos a atuarem de forma unificada por, no mínimo, quatro anos, impacta
diretamente a formação de chapas proporcionais (deputados estaduais e federais)
e a capacidade de negociação em torno de candidaturas majoritárias (governador
e senador) no Estado. O movimento sinaliza uma busca por maior força política e
capacidade de mobilização de recursos e tempo de televisão para a próxima
disputa.