Lar do Frei José acolhe os “esquecidos” em Maceió e clama por solidariedade para manter mais de 60 abandonados
Sem recursos públicos ou verbas fixas, o Lar Santo Antônio de Pádua
cuida de 61 pessoas debilitadas que vieram das ruas e de hospitais. A
sobrevivência do espaço depende exclusivamente da sua ajuda. Mostre
a força do seu coração solidário e faça a sua parte agora mesmo. PIX Chave
Celular: 82981430012
Imagine um lugar que
abre as portas para quem a sociedade, muitas vezes, prefere não ver. Agora,
imagine manter esse espaço — que abriga 61 pessoas gravemente debilitadas — sem receber um
único centavo de apoio governamental ou possuir qualquer fonte de renda
própria.
Essa é a realidade diária do Lar Santo Antônio de Pádua,
carinhosamente conhecido em Maceió como o Lar do Frei José, localizado na parte alta da capital
alagoana. Há cerca de 30 anos,
a instituição se dedica a uma das missões mais nobres e desafiadoras da região:
devolver a dignidade a quem perdeu tudo.
O Recomeço para quem não tinha para onde ir
Os moradores do Lar do Frei José trazem consigo
marcas profundas de abandono. A grande maioria é composta por pessoas idosas ou
severamente debilitadas que: Foram resgatadas diretamente das ruas em condições
de extrema vulnerabilidade; Receberam alta médica em hospitais públicos, mas
não puderam voltar para casa porque suas famílias nunca foram localizadas ou
simplesmente se recusaram a acolhê-las.
No Lar, eles encontram muito mais do que um teto:
encontram um leito limpo, alimentação, cuidados diários e, acima de tudo, o
calor humano que lhes foi negado por tanto tempo.
A Luta Diária contra as Contas e a Escassez
Manter uma estrutura desse porte funcionando 24
horas por dia exige um esforço monumental. O Lar do Frei José não possui
convênios fixos e sobrevive unicamente de gestos de bondade espontâneos.
Todos os meses, o desafio é
arrecadar o suficiente para cobrir despesas básicas e essenciais: Folha de
pagamento: Manutenção de 8 prestadores de serviços indispensáveis para o
cuidado direto dos residentes; Insumos básicos: Água, energia elétrica,
gás de cozinha e combustível para o transporte de pacientes; Alimentação e
saúde: Refeições diárias completas, fraldas geriátricas, medicamentos e
itens de higiene pessoal.
