Murici, 134 anos de emancipação; cidade vira vitrine de força política e tradição no coração de AL

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Murici, 134 anos de emancipação; cidade vira vitrine de força política e tradição no coração de AL
Como manda a tradição de um sábado festivo, a Prefeitura preparou uma estrutura de grande porte para o entretenimento da população

No outro sábado, dia 16,  Murici não celebrará apenas mais um ano de sua trajetória administrativa. Os 134 anos de emancipação política da cidade prometem se transformar em um dos maiores atos de união e prestígio político do estado, consolidando a influência da ala ligada ao MDB na região.

Para o prefeito Remi Filho, a data transcende o protocolo oficial. É o momento de colher os frutos de uma gestão que se mantém alinhada com as bases estaduais e federais, projetando Murici como um polo de desenvolvimento e resistência cultural.

“Celebrar nossa cidade é honrar nossas raízes e abraçar o futuro. Parabéns a cada muriciense que faz parte desta trajetória marcada pela força do trabalho e do amor pela nossa terra”, declarou o prefeito, enfatizando o sentimento de pertencimento que deve nortear as festividades.

A expectativa é que a cidade receba nomes de peso da política alagoana. O evento servirá como um termômetro para a coesão do MDB, reforçando os laços entre a liderança municipal e seus aliados. O aniversário da cidade torna-se, assim, um espaço de diálogo e demonstração de força partidária, onde o passado de lutas encontra a estratégia para os próximos passos políticos.

 

Noite de celebração

Como manda a tradição de um sábado festivo, a Prefeitura preparou uma estrutura de grande porte para o entretenimento da população. A noite será marcada por um mega show em praça pública, prometendo arrastar multidões e movimentar a economia local. No palco, o ritmo será de festa com: Tarcísio do Acordeon: o fenômeno do piseiro e do forró nacional. Mara Pavanelly: com sua voz marcante e energia inconfundível e Mikael Santos: o talento que completa a grade de uma noite que, segundo os organizadores, "não tem hora para acabar".